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Leitor Interativo
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» Márcio Silva | A vida sobre rodas

Deveres dos usuários das vias terrestres

 

Viver em sociedade sempre foi um grande desafio, com o grande aumento da população ou o crescimento desordenado das cidades ficou ainda pior. Convivendo com uma rotina agitada e com muitos compromissos, as pessoas passaram a usar os diversos tipos de veículos, principalmente os automóveis, conturbando e inchando as vias abertas à circulação pública, fragilizado ou retardando o direito de ir e vir de todos e deixando para depois notáveis deveres.

Basta ouvir uma notícia no radio ou ler uma jornal, ou ainda assistir a um noticiário, se for em período de férias melhor ainda, para se ter uma noção da complexidade nos dias de hoje que é o ato de deslocar-se de um lugar para outro, para atender as necessidades básicas da vida: levar um filho à escola, ao médico, ou mesmo, já falando em férias, viajar a passeio tornou-se uma atividade estratégica, parecida com a das empresas. É preciso planejar o itinerário, observar as condições climáticas, acordar ou almoçar mais cedo e ainda procurar rotas alternativas, objetivando a chegada ao fim do percurso com segurança, fluidez e sem congestionamento.

Toda essa programação antes de usar os meios terrestres, gera muita dor de cabeça nos componentes do trânsito, uma vez que, em muitas das vezes essa programação não dará certo em função da falta de análise ou observação de outras condições diversas que podem surgir. A psicologia do trânsito tenta explicar o comportamento e as reações dos usuários das vias terrestres, quando em exposição aos diversos problemas no trânsito todos os dias e por longos períodos. Alguns deveres, tanto dos motoristas como dos pedestres em geral, ficam prejudicados, o principal que é o de ser gentil ou educado no trânsito, ou seja, aquele que preconiza o nosso Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que é o de abrir mão do meu direito para a preservação da vida, não se vê mais.

Dividir o mesmo espaço público com outras pessoas é uma obrigação de todo o cidadão, respeitar os demais é um dever, zelar pela vida do próximo continua sendo um dever individual, entretanto o meu direito termina quando começa o do outro, respeitando cada um o seu espaço.

 

Um Feliz Natal e um ótimo 2016 a todos. Obrigado pela parceria e muito cuidado nas estradas e rodovias.

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