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» Marcos A. Corbari

Consenso... Por que não tentar?

 

Essa coluna foi escrita e enviada ao jornal O Alto Uruguai na segunda-feira, 6, portanto pode estar atrasada em relação ao andamento dos fatos. Mas mesmo correndo este risco, gostaria de tecer alguns comentários a respeito da possibilidade de consenso em nosso município. Como em qualquer possibilidade de negociação política, este expediente tem prós e contras. O debate e o contraponto de ideias que são atrelados a uma eleição sempre trazem considerações importantes. Um consenso cala essa possibilidade.

Porém se considerarmos as perdas históricas que nossa comunidade viveu pelo clima de grenalização institucionalizado no âmbito da política local, penso que a experiência de forçar gregos e troianos a sentar em torno da mesma mesa e somar forças para resolver demandas históricas, é algo a ser considerado. Se é difícil construir uma candidatura consensual, tanto mais o é construir um governo. Se é difícil construir um governo consensual, tanto mais o é viabilizar na rotina diária das demandas de uma gestão. Estariam nossos protagonistas locais (e não me refiro apenas aos nomes conjecturados para ser prefeito e vice) dispostos a sufocar as ambições e o orgulho de ordem pessoal em nome da coletividade? Não apenas agora, mas ao longo de cada dia nos próximos quatro anos?

Um consenso produz oportunidades. Sim! Trata-se de um governo que se estabelece sem as pressões econômicas daqueles que financiam campanhas eleitorais, expediente que nossos deputados e senadores covardemente não cogitam alterar quando se fala em reforma política. Trata-se de uma gestão que não terá obrigação de acolherar apoiadores que exigem cargos em troca de votos, tendo a oportunidade única na história local de construir um secretariado eminentemente técnico. Trata-se da chance de reunir os projetos desenvolvidos nos últimos dois mandatos, mesmo os antagônicos, e criar uma força tarefa para impulsioná-los para além do papel. Trata-se de uma ação até pedagógica para calar os oportunistas de plantão que constroem o germe da corrupção ao rifar sua intenção de voto em troca de dinheiro, favores ou mesmo um “vale-combustível”.

Talvez a resposta já tenha sido oferecida à comunidade. Não sei se positiva ou negativa. Se, de fato, gregos e troianos querem o bem desta terra, por que não tentar?

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