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Leitor Interativo
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» Marcos A. Corbari

Ainda, a eleição

 

Na coluna passada procurava dar minha contribuição à ideia do consenso em Seberi. Cheguei tarde. A coluna que saiu na quarta-feira no jornal avaliava ideias inviabilizadas pelo movimento desconstituído dois dias antes. Porém, arriscando desagradar gregos e troianos, mantenho minhas posições expressas naquele texto. Acredito que ainda esteja disponível no site do jornal.

Hoje permaneço no campo hipotético, pisando em brasas, mas conjecturando sobre a eleição vindoura. Já que teremos propostas sendo contrapostas, porque não criar expedientes para que o embate eleitoral permaneça – pelo menos no que diga respeito à mídia – restrito às ideias e propostas?

“Lá vem o Marcos e suas utopias de novo!” Não! A ideia proposta é prática e viável. Uma utopia que se alcança com boa vontade. Porque não sentar em volta a mesma mesa os representantes das candidaturas, a comissão que conduziu a tentativa de consenso, Ministério Público e Justiça Eleitoral e costurar regras rígidas para a utilização do espaço público (tanto espaço físico, quanto a radiodifusão) no período eleitoral?

Se houver acordo, costurado e oficializado, os programas de rádio poderiam ficar restritos a detalhar os respectivos planos de governo, as formas de viabilização das propostas e as tão esperadas soluções para problemas históricos que até hoje nem aos que vestem a bandeira de Grécia, nem os que sustentam as cores de Tróia souberam (ou quiseram) resolver. Não se trata de utopia, repito, mas simplesmente de fazer valer o que está na lei, os objetivos estabelecidos para a utilização do horário eleitoral nos meios de comunicação.

Vamos mais longe um pouco? Será que alguém acha bonito a poluição visual proporcionada por candidatos que desde o amanhecer até o sol se por entopem as ruas, canteiros e todo espaço público ou privado que esteja vago com suas sorridentes caras fotoshopadas? Por que não um acordo entre as partes para que esse tipo de contrapropaganda seja banida de nossa comunidade? Vale uma pergunta ainda: “Você, eleitor, alguma vez já decidiu seu voto levando em consideração qual candidato tinha mais cavalete nas ruas?”.

Desculpem se meto meu nariz onde não fui chamado, mas me parece coerente utilizar o espaço opinativo de que disponho para apresentar minhas propostas. Se de alguma forma o que digo aqui soa inconveniente, o espaço está à disposição para o contraponto.

Paz e bem a todos!

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