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Qual o nível de profissionalização da cadeia produtiva do leite na região?

Parece inquestionável que a cadeia produtiva do leite no Brasil apresenta entraves nos dias de hoje devido ao cenário atual dos mercados nacional e internacional de lácteos. Percebe-se facilmente a fragilidade de um setor quando este não conta com a utilização de técnicas de gestão mais apuradas, tampouco com subsídios que possam ser considerados efetivamente facilitadores de suas atividades.

 

Esse quadro não reflete apenas a realidade específica da cadeia produtiva de leite de uma região, mas sim o retrato do que ocorre na maior parte do nosso país. A falta de um modelo de gestão eficiente para essa cadeia produtiva fez com que, nos últimos anos, soluções mágicas e de fácil aplicação fossem utilizadas em nossa região. Mas, como ocorreu a evolução dessa cadeia produtiva em outros países? Será que esses países evoluíram por terem as condições edafo-climáticas perfeitas? O conforto térmico, condições de solo e água na Europa, Estados Unidos e, em outros países produtores de leite estão longe dos ideais, entretanto, os animais apresentam elevada produtividade.

Se analisarmos a história desses países encontraremos registros de problemas idênticos aos enfrentados pela nossa região, atualmente. No entanto, todos esses países evoluíram por meio de aplicação de tecnologias e profissionalismo na condução do negócio, neste caso o leite. Cada região encontrou a solução para seus problemas através do uso de ferramentas de gestão e tecnologias, porém todas fundamentadas no atendimento das condições para máxima eficiência da cadeia produtiva.

Isso nos leva a pensar como empresários rurais capazes de estabelecer um caminho navegável e menos turbulento para esse tipo de atividade. Portanto, o futuro profissional da produção leiteira deve ser perseguido, pois além do cunho social ao ajudar a manter famílias no campo, o econômico possibilita que a renda gerada por estes empreendimentos seja reinvestida ou empregada na circunvizinhança, aumentando assim a dinamicidade das economias locais.

Sandro Rogério Giacomelli, doutor em Química, professor da URI e gestor do Polo de Modernização Tecnológica do Médio Alto Uruguai.

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