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Leitor Interativo
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» Ivan Tasso

Comunidade São Miguel de Saltinho

O advogado Dorvalino João Ues escreve a coluna “Traços da História”, publicada, mensalmente, no informativo paroquial “O Auxiliador”. Por este motivo “vem sendo narrado, sucintamente, o histórico da Igreja Matriz de Iraí desde 1920, quando foi celebrada a primeira missa a céu aberto, nas proximidades das fontes das águas termais”.

Numa conversa com o senhor Romildo Laurindo Ues – irmão do Dorvalino – este me contou que seu irmão estava pesquisando o histórico das capelas que pertenciam ao município de Iraí. Antes da emancipação político-administrativa de Rodeio Bonito, em 1964, o distrito de Saltinho fazia parte do território daquele município. Desta maneira, a história da Capela São Miguel está incluída nesta pesquisa.

Recebi o convite para ajudar na busca de informações – através do Romildo – por gostar de escrever e pela minha curiosidade em conhecer e registrar a história de Rodeio Bonito. Meu trabalho foi facilitado, pois fui à secretaria da Casa Paroquial da Igreja Nossa Senhora dos Navegantes e obtive o material que precisava. Nesta e nas próximas colunas transcrevo a história desta capela. 

“Conforme contam os primeiros moradores de Saltinho, o nome da comunidade provém de um pequeno salto no rio da Várzea, próximo ao local. Outros, porém, explicam que este salto fica junto ao rio Saltinho, com nascente na linha Salto Velho.

Os primeiros imigrantes chegaram aqui por volta de 1940, vindos de Lajeado, Carazinho, Santa Maria, Palmeira das Missões, Jaguari e do vizinho Estado de Santa Catarina. Dentre as famílias pioneiras destacamos: Chiquelero, Dorigon, Pedroso, Valhati, Souza, Silva, Duarte, Lazareti, Casani, Hans, Sperandio, Possamai, Acadroli, Zortea, Müller, Savoldi, Mignoni, Taschetto, Calefi, Miotto, Gambeta, Triz, Grosseli, Ferreira, Roman, Dutra, Potrick e outros. Contam estes pioneiros que os mesmos estabeleceram-se nesse local atraídos pela fertilidade da terra.

Nos primeiros tempos da comunidade predominava a religião católica. A grande maioria eram de italianos. Devido a sua religiosidade, sentiu-se a necessidade de um espaço para a oração e para encontros da população. Reuniram-se então algumas pessoas da comunidade com o objetivo de formar uma sociedade católica e formaram o primeiro Conselho constituído por: Ângelo Tressi, Sílvio Romam, Ernesto Calefi e Luiz Taschetto”. (Continuo com o assunto na próxima coluna).

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