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» Jô do Carmo | Panorama Político

Grupo buscará melhorias para a BR-386 em FW

A reunião realizada na tarde da terça-feira, 28, no salão nobre da ACI/FW entre empresários e lideranças de FW com o superintendente do Dnit gaúcho, Hiratan Pinheiro da Silva, não foi otimista. A falta de recursos do governo federal fará com que, novamente, a região não receba grandes investimentos de recuperação e melhoria da BR-386. Porém, um grupo de trabalho foi criado para buscar demandas mais pontuais, além de pressionar por melhorias estruturais urgentes. O grupo é composto com representantes do Dnit, prefeitura de FW, Câmara de Vereadores, ACI-FW, UFSM/FW, URI/FW, Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), empresas e empresários do município.

 

Agregando à comunidade

O presidente do PT frederiquense, Helio Dalanhol, juntamente com lideranças locais e regionais da sigla, na última semana acompanharam assessores parlamentares dos deputados Elvino Bom Gass e Jeferson Fernandes para protocolar emendas parlamentares destinadas à saúde de Frederico Westphalen e Seberi.

 

Reafirmando parcerias

O Jornal O Alto Uruguai recebeu a visita na tarde da quinta-feira, 30 de março, de Leandro Molina, que é assessor de imprensa do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande (AL-RS), Edegar Pretto, e do coordenador do Fórum Democrático da AL-RS, Ney da Câmara Neto. Os representantes de Pretto foram recebidos pela direção do AU que discutiram sobre temas atuais do país e reafirmaram parcerias.

 

Femergs lança frente parlamentar em prol dos municipários

A Federação dos Municipários do Rio Grande do Sul (Femergs) está formando uma Frente Parlamentar em Defesa do Serviço Público Municipal. A iniciativa já conta com 21 assinaturas na Assembleia Legislativa e foi lançada, oficialmente, ontem, 31 de março. Conforme o representante da Femergs na região e presidente do Sindicato dos Municipários de Frederico Westphalen, Ivonei Fão, o objetivo da frente “é chamar essas discussões a nível de Estado para que ocorram audiências públicas que elaborem relatórios com o diagnóstico dos trabalhadores”, destacou Fão.

 

Carne Fraca abalou o mercado

Um balde de água fria. Assim está sendo analisada por lideranças de associações que representam a cadeia da carne no país, a deflagração da Operação Carne Fraca pela Polícia Federal em meados de março. Entre os presidentes de entidades que avaliam desta maneira a operação, está Valdecir Folador, que preside a Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs). “O setor já vinha de um 2016 muito complicado. Sem dúvida com a notícia da operação criou-se uma apreensão muito grande”, afirmou Folador. Confira entrevista completa com o presidente da Acsurs analisando o cenário da suinocultura na região, na edição deste mês da Revista Novo Rural, que circula na próxima semana em 42 municípios. Para ter acesso à Novo Rural, caso você ainda não tenha, basta solicitar seu exemplar gratuitamente com algum técnico da Emater/RS-Ascar.

 

Jairo Jorge se lança pré-candidato ao Piratini em 2018
O ex-prefeito de Canoas, Jairo Jorge, hoje no PDT, tem no horizonte uma nova aspiração. Em entrevista exclusiva à Coluna, ele revelou que é pré-candidato ao governo do Estado nas eleições de 2018. Ponderado, o político que construiu sua história no PT, ocupando cargos importantes nas esferas estadual e federal, já começou a pavimentar o caminho ao Piratini, falando com lideranças trabalhistas pelo interior, como no ato político em Palmeira das Missões, quando conversou com o AU. Jorge defende reformas no Estado e vê no enfrentamento da sonegação e na repactuação das isenções caminhos que podem levar o Estado a sair da atual crise. Confira ainda sobre sua saída do PT e ingresso no PDT.
 
AU- Por que a decisão de deixar o PT e concorrer pelo PDT ao governo do Estado?
Jairo Jorge- Tivemos um divórcio amigável. Minha relação, hoje, é com o PDT, por ser um partido que tem mais a ver com minhas ideias. Durante os mais de 30 anos que militei no PT procurei honrar os princípios com seriedade e honestidade, mas penso que se encerrou o ciclo. O PDT é um partido que tem capacidade de se renovar e pensar um projeto de futuro. Por isso escolhi o PDT, no qual tenho muita afinidade com o tema da Educação; tive a honra de trabalhar no Ministério da Educação e fui pró-reitor da Ulbra, e na profissão de jornalista trabalhei com programas infantis voltados às crianças. Em razão disso fiz uma escolha. Desejo ao PT sucesso na sua renovação, mas entendo que o PDT, hoje, é o partido que pode apresentar ao Estado e ao país um projeto novo.
 
AU – O senhor afirmou que sua saída do PT foi um divórcio amigável. Isso significa que contará com o apoio do PT?
Jorge – Eu defendo que o PDT tenha um caminho próprio. Existe uma polarização no RS: de um lado o PMDB e o PSDB e do outro o PT, o que também se reflete no cenário nacional. Temos que ter uma terceira via, um caminho próprio, independente, defendo isso nacionalmente com o Ciro Gomes e aqui no RS. Uma Frente de Centro Esquerda que possa levar o Estado desse quadro de dificuldades que está vivendo para um novo processo de desenvolvimento, recuperação do otimismo e da esperança, enfrentando os gargalos que existem e buscando investimento para a educação.
 
AU – Um desses gargalos passa pelas ações do ex-governador Tarso e do governador Sartori quando especialistas dizem que o primeiro priorizou pagamento dos servidores e o segundo os fornecedores. Se leito, como pretende lidar com essa situação?
Jorge- As reformas no Estado têm que ser feitas. Talvez não no mesmo caminho que estão sendo feitas, até porque ficou um pouco tardio. Penso que o governador tem que mostrar, já na campanha, o que vai fazer. O povo não quer um cheque em branco como aconteceu, sem propostas e sem ideias. Temos que reestruturar o Estado, tem que ser melhor para o cidadão, mais eficiente, mais enxuto. Isso, temos que discutir com a sociedade, não defendo nem o Estado mínimo e nem o Estado máximo. Defendo um Estado necessário e essa necessidade quem determina é o cidadão. Reduzir a despesa e aumentar a receita.
 
AU- Qual a saída/caminho para o Estado?
Jorge- Hoje, há muita sonegação e temos que enfrentar isso. Reduzir a carga tributária, aumentando a fiscalização. Não há como fazer diferente, claro que as crises no Estado não são simples e não podemos ter soluções conservadoras. Temos que ter soluções inovadoras. Vejo que é possível a médio e longo prazo mudarmos o cenário do RS e isso tem que começar em um determinado momento. Penso que o processo eleitoral, que acontecerá a partir de setembro, quando o PDT definirá seu nome, será o ponto de partida para discutirmos alternativas para tirarmos o Estado da situação em que se encontra. Eu sou pré-candidato, pois a sigla tem outros nomes e, se for o indicado, ouviremos a sociedade para elencarmos alternativas. Temos caminhos e ideias, mas vamos dialogar com os gaúchos para construir um projeto voltado ao RS. Penso que temos que sair dessa dicotomia, temos que olhar um pouco mais a frente, procurar motivar o RS. Não adianta ficar nessa lamúria. Temos que enfrentar a sonegação, repactuar as isenções com as empresas, pois o momento exige uma contribuição de todos. Não é só o servidor público que tem que dar a sua parte. Salário é sagrado, ele tem que ser quitado integralmente. Até porque, a força produtiva do Estado são os seus servidores. Para que a máquina possa funcionar temos que ter prioridade absoluta com o pagamento dos salários, a segurança é um exemplo. 
AU- O que tem a dizer com relação à saída do PDT da base do governo Sartori?
Jairo – O Diretório Estadual definirá no próximo dia 10 de abril a saída do governo. Se optarmos por termos candidatura própria não tem porque ficarmos no governo, já que o governador Sartori irá à reeleição. O PDT é um partido correto. A ética, honestidade e bom senso existem e entendo que o correto é entregar seus cargos. Agiremos com posição de independência e não como oposição. O que não estiver correto, votaremos contra e o que é bom votaremos a favor.

 

Barbas de molho

Enquanto muitos comemoraram a condenação, a mais de 15 anos de prisão, do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB), pelo juiz Sergio Moro, na ação penal que investiga o pagamento de propina na compra de um campo de petróleo na África, em 2011, outros ficaram apreensivos, visto que essa condenação abre caminho para outras que podem vir.

 

PDT estadual deve deixar governo Sartori

O secretário de Obras, Gerson Burmann, inicia o desembarque do PDT do governo Sartori. O suplente de Burmann, Vinícius Ribeiro, assumirá a coordenadoria da bancada. A data para a sigla decidir pela saída será em 10 de abril. Expectativa na região, visto que a sigla ocupa vários cargos.

 

Deputada apoia PL com redução de ICMS para suinocultores

A parlamentar Silvana Covatti (PP) comemorou o protocolo na AL, na quarta-feira, 29 de março, do Projeto de Lei nº 42, de 2017, de autoria do Poder Executivo, que propõe a redução da base de cálculo de ICMS para 50% nas saídas de suínos vivos, decorrentes de vendas de produtores rurais, destinadas a outros Estados. A proposta, em caráter de urgência, deve ser votada nos próximos 30 dias. A deputada, durante seu mandato como governadora, em janeiro deste ano, solicitou à Secretaria da Fazenda esclarecimentos sobre a medida que penaliza os suinocultores e defendeu a apresentação de um projeto de lei que assegure a redução definitiva da alíquota. “A proposta é um alento, especialmente para a agricultura familiar, que tem na suinocultura sua força motriz”, disse.

 

Grupo buscará melhorias para a BR-386 em FW

A reunião realizada na tarde da terça-feira, 28, no salão nobre da ACI/FW entre empresários e lideranças de FW com o superintendente do Dnit gaúcho, Hiratan Pinheiro da Silva, não foi otimista. A falta de recursos do governo federal fará com que, novamente, a região não receba grandes investimentos de recuperação e melhoria da BR-386. Porém, um grupo de trabalho foi criado para buscar demandas mais pontuais, além de pressionar por melhorias estruturais urgentes. O grupo é composto com representantes do Dnit, prefeitura de FW, Câmara de Vereadores, ACI-FW, UFSM/FW, URI/FW, Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), empresas e empresários do município.

 

Agregando à comunidade

O presidente do PT frederiquense, Helio Dalanhol, juntamente com lideranças locais e regionais da sigla, na última semana acompanharam assessores parlamentares dos deputados Elvino Bom Gass e Jeferson Fernandes para protocolar emendas parlamentares destinadas à saúde de Frederico Westphalen e Seberi.

 

Reafirmando parcerias

O Jornal O Alto Uruguai recebeu a visita na tarde da quinta-feira, 30 de março, de Leandro Molina, que é assessor de imprensa do presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande (AL-RS), Edegar Pretto, e do coordenador do Fórum Democrático da AL-RS, Ney da Câmara Neto. Os representantes de Pretto foram recebidos pela direção do AU que discutiram sobre temas atuais do país e reafirmaram parcerias.

 

Femergs lança frente parlamentar em prol dos municipários

A Federação dos Municipários do Rio Grande do Sul (Femergs) está formando uma Frente Parlamentar em Defesa do Serviço Público Municipal. A iniciativa já conta com 21 assinaturas na Assembleia Legislativa e foi lançada, oficialmente, ontem, 31 de março. Conforme o representante da Femergs na região e presidente do Sindicato dos Municipários de Frederico Westphalen, Ivonei Fão, o objetivo da frente “é chamar essas discussões a nível de Estado para que ocorram audiências públicas que elaborem relatórios com o diagnóstico dos trabalhadores”, destacou Fão.

 

Carne Fraca abalou o mercado

Um balde de água fria. Assim está sendo analisada por lideranças de associações que representam a cadeia da carne no país, a deflagração da Operação Carne Fraca pela Polícia Federal em meados de março. Entre os presidentes de entidades que avaliam desta maneira a operação, está Valdecir Folador, que preside a Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs). “O setor já vinha de um 2016 muito complicado. Sem dúvida com a notícia da operação criou-se uma apreensão muito grande”, afirmou Folador. Confira entrevista completa com o presidente da Acsurs analisando o cenário da suinocultura na região, na edição deste mês da Revista Novo Rural, que circula na próxima semana em 42 municípios. Para ter acesso à Novo Rural, caso você ainda não tenha, basta solicitar seu exemplar gratuitamente com algum técnico da Emater/RS-Ascar.

 

Jairo Jorge se lança pré-candidato ao Piratini em 2018

O ex-prefeito de Canoas, Jairo Jorge, hoje no PDT, tem no horizonte uma nova aspiração. Em entrevista exclusiva à Coluna, ele revelou que é pré-candidato ao governo do Estado nas eleições de 2018. Ponderado, o político que construiu sua história no PT, ocupando cargos importantes nas esferas estadual e federal, já começou a pavimentar o caminho ao Piratini, falando com lideranças trabalhistas pelo interior, como no ato político em Palmeira das Missões, quando conversou com o AU. Jorge defende reformas no Estado e vê no enfrentamento da sonegação e na repactuação das isenções caminhos que podem levar o Estado a sair da atual crise. Confira ainda sobre sua saída do PT e ingresso no PDT.

 

AU- Por que a decisão de deixar o PT e concorrer pelo PDT ao governo do Estado?

Jairo Jorge- Tivemos um divórcio amigável. Minha relação, hoje, é com o PDT, por ser um partido que tem mais a ver com minhas ideias. Durante os mais de 30 anos que militei no PT procurei honrar os princípios com seriedade e honestidade, mas penso que se encerrou o ciclo. O PDT é um partido que tem capacidade de se renovar e pensar um projeto de futuro. Por isso escolhi o PDT, no qual tenho muita afinidade com o tema da Educação; tive a honra de trabalhar no Ministério da Educação e fui pró-reitor da Ulbra, e na profissão de jornalista trabalhei com programas infantis voltados às crianças. Em razão disso fiz uma escolha. Desejo ao PT sucesso na sua renovação, mas entendo que o PDT, hoje, é o partido que pode apresentar ao Estado e ao país um projeto novo.

 

AU – O senhor afirmou que sua saída do PT foi um divórcio amigável. Isso significa que contará com o apoio do PT?

Jorge – Eu defendo que o PDT tenha um caminho próprio. Existe uma polarização no RS: de um lado o PMDB e o PSDB e do outro o PT, o que também se reflete no cenário nacional. Temos que ter uma terceira via, um caminho próprio, independente, defendo isso nacionalmente com o Ciro Gomes e aqui no RS. Uma Frente de Centro Esquerda que possa levar o Estado desse quadro de dificuldades que está vivendo para um novo processo de desenvolvimento, recuperação do otimismo e da esperança, enfrentando os gargalos que existem e buscando investimento para a educação.

 

AU – Um desses gargalos passa pelas ações do ex-governador Tarso e do governador Sartori quando especialistas dizem que o primeiro priorizou pagamento dos servidores e o segundo os fornecedores. Se leito, como pretende lidar com essa situação?

Jorge- As reformas no Estado têm que ser feitas. Talvez não no mesmo caminho que estão sendo feitas, até porque ficou um pouco tardio. Penso que o governador tem que mostrar, já na campanha, o que vai fazer. O povo não quer um cheque em branco como aconteceu, sem propostas e sem ideias. Temos que reestruturar o Estado, tem que ser melhor para o cidadão, mais eficiente, mais enxuto. Isso, temos que discutir com a sociedade, não defendo nem o Estado mínimo e nem o Estado máximo. Defendo um Estado necessário e essa necessidade quem determina é o cidadão. Reduzir a despesa e aumentar a receita.

 

AU- Qual a saída/caminho para o Estado?

Jorge- Hoje, há muita sonegação e temos que enfrentar isso. Reduzir a carga tributária, aumentando a fiscalização. Não há como fazer diferente, claro que as crises no Estado não são simples e não podemos ter soluções conservadoras. Temos que ter soluções inovadoras. Vejo que é possível a médio e longo prazo mudarmos o cenário do RS e isso tem que começar em um determinado momento. Penso que o processo eleitoral, que acontecerá a partir de setembro, quando o PDT definirá seu nome, será o ponto de partida para discutirmos alternativas para tirarmos o Estado da situação em que se encontra. Eu sou pré-candidato, pois a sigla tem outros nomes e, se for o indicado, ouviremos a sociedade para elencarmos alternativas. Temos caminhos e ideias, mas vamos dialogar com os gaúchos para construir um projeto voltado ao RS. Penso que temos que sair dessa dicotomia, temos que olhar um pouco mais a frente, procurar motivar o RS. Não adianta ficar nessa lamúria. Temos que enfrentar a sonegação, repactuar as isenções com as empresas, pois o momento exige uma contribuição de todos. Não é só o servidor público que tem que dar a sua parte. Salário é sagrado, ele tem que ser quitado integralmente. Até porque, a força produtiva do Estado são os seus servidores. Para que a máquina possa funcionar temos que ter prioridade absoluta com o pagamento dos salários, a segurança é um exemplo. 

AU- O que tem a dizer com relação à saída do PDT da base do governo Sartori?

Jairo – O Diretório Estadual definirá no próximo dia 10 de abril a saída do governo. Se optarmos por termos candidatura própria não tem porque ficarmos no governo, já que o governador Sartori irá à reeleição. O PDT é um partido correto. A ética, honestidade e bom senso existem e entendo que o correto é entregar seus cargos. Agiremos com posição de independência e não como oposição. O que não estiver correto, votaremos contra e o que é bom votaremos a favor.

 

Barbas de molho

Enquanto muitos comemoraram a condenação, a mais de 15 anos de prisão, do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB), pelo juiz Sergio Moro, na ação penal que investiga o pagamento de propina na compra de um campo de petróleo na África, em 2011, outros ficaram apreensivos, visto que essa condenação abre caminho para outras que podem vir.

 

PDT estadual deve deixar governo Sartori

O secretário de Obras, Gerson Burmann, inicia o desembarque do PDT do governo Sartori. O suplente de Burmann, Vinícius Ribeiro, assumirá a coordenadoria da bancada. A data para a sigla decidir pela saída será em 10 de abril. Expectativa na região, visto que a sigla ocupa vários cargos.

 

Deputada apoia PL com redução de ICMS para suinocultores

A parlamentar Silvana Covatti (PP) comemorou o protocolo na AL, na quarta-feira, 29 de março, do Projeto de Lei nº 42, de 2017, de autoria do Poder Executivo, que propõe a redução da base de cálculo de ICMS para 50% nas saídas de suínos vivos, decorrentes de vendas de produtores rurais, destinadas a outros Estados. A proposta, em caráter de urgência, deve ser votada nos próximos 30 dias. A deputada, durante seu mandato como governadora, em janeiro deste ano, solicitou à Secretaria da Fazenda esclarecimentos sobre a medida que penaliza os suinocultores e defendeu a apresentação de um projeto de lei que assegure a redução definitiva da alíquota. “A proposta é um alento, especialmente para a agricultura familiar, que tem na suinocultura sua força motriz”, disse.

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