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“A sociedade necessita evoluir muito”

(Foto: Arquivo pessoal/Divulgação)
(Foto: Arquivo pessoal/Divulgação)

O desejo de viver em um lugar diferente da sua terra natal, com o objetivo de buscar em novos horizontes uma melhor condição de vida e afagar o desejo de conhecer e desbravar outros locais, fez com que Roberto Carlos Gambin, 49 anos, deixasse Taquaruçu do Sul, há 16 anos, para residir na região amazônica, mais especificamente na cidade de Tailândia, no Pará, ficando a mais de três mil quilômetros de distância da sua família. “A vida é feita de opções e a minha foi essa naquela época, agora devo saber superar as dificuldades de viver longe da minha terra natal e, principalmente, da família, que é muito difícil. Preciso ter muita força de vontade e coragem”, destaca o filho de Selvino Luiz Gambin e Neiva Maria Balestrin Gambin (in memoriam), e irmão de Cleber Afonso e Edinara Carine.

Formado em Ciências Contábeis, pela URI/FW – com especialização em Gerência de Cidade, pela FAAP/SP, e Auditoria/Controladoria/Perícia, pela Faculdade Ideal/PA –, além de contador, hoje Roberto é auditor/perito e consultor contábil tributário, e dedica seu tempo entre a profissão e a faculdade de Direito, onde cursa o sétimo semestre. E foi o seu vasto conhecimento e dedicação ao que se propõe que o levaram a ser secretário de Planejamento e secretário de Finanças de Tailândia, assessor especial do governador Simão Jatene e secretário municipal de Planejamento da cidade de Colares (PA). “Foram grandes experiências. Quando residia em Taquaruçu do Sul, fui vereador por dois mandatos, mas na segunda legislatura fui nomeado secretário municipal de Administração, ficando nesta função por oito anos, e fui presidente da Câmara de Vereadores do município. E esse trabalho que desenvolvi aí me ajudou muito aqui, sem dúvidas. Em Tailândia também concorri a prefeito, onde tive a oportunidade de conhecer as diferentes realidades vividas pela população dentro de um mesmo município; observei também a imensa diferença de cultura de pensamentos, de projetos de expectativa de vida e de futuro entre a população do Sul do Brasil onde nasci e cresci e do Norte onde vivo atualmente. Além disso, entendo que a sociedade necessita evoluir muito e rapidamente, para que não nos tornemos reféns da ignorância e do subdesenvolvimento”, relata.

Apesar da distância e saudade do pai, dos irmãos e também dos dois filhos – Régis Augusto, de 26 anos, que mora em Nova Mutum (MT) e é engenheiro-químico, e Victor Augusto, de 11 anos, que reside em Frederico Westphalen – Roberto pretende continuar no Pará, trabalhando e expandindo o seu conhecimento para as diversas regiões do Estado paraense, que, segundo ele, possui dimensões de país. “O futuro a Deus pertence, mas como sempre tivemos prudência e procuramos planejar todos os passos, pretendemos por ora continuar residindo e trabalhando no Pará, buscando nos estruturar cada vez mais para trazer o bem-estar da família e das pessoas que vivem ao nosso lado. Também quero concluir o curso de Direito, que sempre foi um sonho, que iniciei aí na URI e tive que interromper, e com esta formação incrementar ainda mais a empresa de consultoria, expandindo-a para as regiões daqui”, finaliza.

Suseli Cristo

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