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Inovação

Projeto foi desenvolvido a pedido da The New York Academy of Sciences

Publicado em 22/05/2020.

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11 - Razia

Em parceria com outros quatro estudantes, um brasileiro, uma irlandesa e duas americanas, Pedro Doleske, um menino residente em Pelotas, criou o "robô de teste rápido". O equipamento, que tem como objetivo testar o maior número de pessoas possível para a Covid-19, será avaliado por uma banca da The New York Academy of Sciences, que decidirá sobre a possibilidade de produzir um protótipo.

Aos 15 anos, o jovem cientista trabalha no desenvolvimento de uma máquina capaz de auxiliar os profissionais da saúde no combate à pandemia do novo coronavírus. Segundo Doleske, a pessoa informa seus dados pessoais, recebe um estojo com um cotonete, coleta a amostra, e devolve para a máquina. Tudo sozinho, sem precisar de acompanhamento. "Nossa ideia foi para que não houvesse a necessidade de um profissional de saúde acompanhar o teste. Voluntários podem auxiliar no uso da máquina, enquanto médicos e enfermeiras se concentram no tratamento das pessoas com a doença", destaca.

Após todo o processo, o resultado fica pronto em 20 minutos e é enviado por e-mail ou celular. A presença de um voluntário junto à máquina é necessária para o processo de esterilização do equipamento.

 

Surgimento da ideia

Pedro foi indicado em 2019 ao Kids Nobel, um prêmio Nobel para crianças, e passou a ser integrante da The New York Academy of Sciences, que conta com mais de 20 mil pesquisadores do mundo todo. O jovem cientista diz que é desafiado a ter novas ideias constantemente. "Este ano eles convocaram uma equipe de três mil cientistas do mundo para achar soluções para o combate, cura e tratamento do coronavírus".

O projeto é dividido em cinco fases, conforme o pelotense. A primeira é a convocação, onde o pesquisador aceita o convite. A segunda é o cadastro onde o cientista coloca suas especializações e premiações, para que possa encontrar pessoas para auxiliar no projeto.

Na terceira fase é a hora de montar o grupo de trabalho e debater as ideias. Depois é hora de aprimorar. Já na última fase, que foi realizada neste mês, é o momento de enviar o projeto para a academia avaliar. "Se a resposta é positiva a gente pode desenvolver o projeto e distribuir para o mundo inteiro. A instituição tem até fim de junho para dar o resultado. Acredito que vai ser aprovado", diz Doleske.

 

*Com informações do g1.globo.com

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