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Guilherme Barcarolo Ribeiro

Nestes anos de interação com o meio musical, Guilherme fez muitas descobertas, e uma delas, em especial, foi o seu dom também para as composições

Publicado em 01/04/2021.

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O primeiro encontro do frederiquense Guilherme Barcarolo Ribeiro com a música foi aos oito anos de idade. Na época, os seus pais viram no instrumento musical uma ótima oportunidade para o seu crescimento pessoal, foi aí então que ele ganhou o seu primeiro violão.

– Era algo muito engraçado de se ver, o instrumento era o dobro de meu tamanho. Mas, a partir deste presente, fui inscrito em um curso para aprender a tocar violão, na Escola Popular de Voz e Violão da Chica. No decorrer dos quase seis anos de curso descobri uma afinidade com o cantar e fui desenvolvendo aos poucos a técnica vocal – relembra Guilherme, que hoje, aos 24 anos, ainda carrega esse amor pela música e fez dela uma de suas profissões.

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Composições

Nestes anos de interação com o meio musical, Guilherme fez muitas descobertas, e uma delas, em especial, foi o seu dom também para as composições.

– Meu estilo preferido é o sertanejo, com o qual creio que meu timbre se encaixa melhor, e também o estilo musical no qual me descobri compositor. Geralmente me apresento em formaturas, casamentos, festas e em eventos particulares, e como o ritmo sertanejo alcançou uma grande popularidade em nosso país, é fácil de se encaixar um bom repertório de acordo com a casualidade. Em todos esses anos, a música me marcou em diferentes momentos da vida, mas creio que dentre todos, a primeira apresentação em um festival me marcou mais. Já havia me apresentado em várias oportunidades para o público, mas cantar e saber que sua interpretação estará sob a análise de jurados atuantes no meio musical traz uma responsabilidade e crescimento ainda maior. Você ensaia mais, prepara mais, e isso traz também um amadurecimento – conta.

 

Meio digital

Atualmente, Guilherme segue como cantor solo, tem alguns parceiros, mas não conta com uma banda fixa. “Ainda somos eu e o meu violão. Minhas apresentações são de um formato acústico e procuro sempre agradar a parte mais importante do show, que é o público. No momento em que estamos vivendo, de apresentações via transmissão ao vivo em redes sociais, é importante montar o repertório baseado em respostas a posts feitos previamente, pois creio que isso acaba criando uma identidade entre público e cantor”, frisa o músico.

Ainda sobre o meio digital, Guilherme diz que acredita que isso aproximou e facilitou muito a produção e o lançamento de músicas. “Sempre sonhei em ter uma composição minha produzida, e em 2019, graças à parceria firmada com o produtor Franchesco Piovesan, realizei esse sonho com a publicação da música ‘Morena’. Foi um momento inesquecível, onde um projeto em que eu imaginava ser inalcançável saiu do papel e ganhou vida. Em 2020, foi a vez de lançarmos a música ‘E aí, fake?!’, com a pegada do arrocha. Nesse ano de 2021, nos desafiamos a lançar outras composições, com um projeto um pouco mais despojado, com um clipe também. Ambas músicas estão disponíveis no Spotfy, Youtube e demais plataformas digitais”, destaca.

Seja no lançamento de uma música autoral ou até mesmo se preparando para uma live (que não deixa de ser o show da atualidade), Guilherme diz que vai se desenvolvendo musicalmente e isso serve de “combustível” para novas criações.

 

Família e projetos

Descrevendo-se como uma pessoa que valoriza muito a família e grato a Deus a cada oportunidade, Guilherme diz que sem esse apoio tudo teria sido mais difícil na busca dos seus sonhos. “A família é a base de tudo, foi o meu primeiro público, os primeiros incentivadores. Se não fossem meus pais, talvez eu não descobrisse minha vocação musical, talvez nunca soubesse da minha aptidão em compor músicas e melodias”, afirma. 

Já quanto ao seu futuro, o jovem músico diz ter alguns projetos sendo trabalhados. “O primeiro é o de fazer mais shows acústicos em bares e pubs, assim que essa pandemia passar. Quero dar sequência na produção, gravação e publicação de novas músicas autorais. Também quero focar em criar novas composições e buscar parcerias com grandes estúdios e produtoras para a venda e distribuição das mesmas. Eu creio na música como expressão plena de sentimentos. E para aqueles que também têm sonhos, digo que talvez o primeiro projeto não seja o sucesso que você almeja, assim como o meu também não foi, e ainda não chegou ao ponto em que quero, mas a felicidade está no caminho, e não na chegada”, finaliza.

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