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Artigo do leitor

Este pequeno texto nos leva a conclusão que o amor é uma construção divina do Criador

Publicado em 15/04/2020.

Por:



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Por Felipe Rene Franceschette

Convido o amigo leitor a uma singela reflexão da palavra tão bela e bonita que é o amor.

Para compreendermos a imensidão e amplitude da palavra Amor e sua variadas facetas, nada melhor que o texto "Tudo é amor" de Francisco Cândido Xavier, grande exemplo de filantropo humanista, concorreu ao prêmio Nobel da Paz em 1981 e deixou um legado de mais 400 (quatrocentas, isso mesmo!) obras literárias. Não se tem conhecimento de um indíviduo que tenha produzido um vasto acervo bibliográfico, o que é simplesmente incomum e extraordinário.

 

Mãos à obra!

 

Vida. É o amor existencial.

 

Esse vírus fez a humanidade pensar na sua existência, no valor do ser humano, sem barreiras ideólogicas, religiosas, culturais, geograficas, em síntese: somos uma aldeia global, interligados uns aos outros.

 

Razão. É o amor que pondera.

 

Esse vírus fez a razão ser chamada à consciência. O que é realmente importante para nós? Será o que era importante antes é a mesma importância de agora?

 

Estudo. É o amor que analisa.

 

Esse vírus mostrou que o conhecimento jamais deve ser desprezado. E dependemos de outros conhecimentos numa rede interligada como a saúde, agricultura, transportes etc, para o bom funcionamento da vida em sociedade.

 

Ciência. É o amor que investiga.

 

Esse vírus veio aproximar a ciência do amor nos corações humanos, antes tão arraigados ao indidualismo.

 

Filosofia. É o amor que pensa.

 

Esse vírus veio como oportunidade de colocar em prática a filosofia cristã, a filosofia da empatia, sobretudo a filosofia do amor ao próximo.

 

Religião. É o amor que busca Deus.

 

Esse vírus veio confirmar que já disse Dalai Lama, líder espiritrual do Tibet: Qual a melhor religião? Aquela que faz um ser humano melhor.

 

Verdade. É o amor que se eterniza.

 

Esse vírus veio para quebrar nossos velhos conceitos de "verdades" e paradigmas que temos dentro de nós mesmos, nos convidando a repensar.

 

Ideal. É o amor que se eleva.

 

Esse vírus veio como uma pergunta: Qual o meu propósito nessa existência?

 

Fé. É o amor que transcende.

 

Esse vírus veio como oportunidade de provar nossa fé para nós mesmos e aumentar ela em benefício do próximo, da coletividade, do globo terrestre.

 

Esperança. É o amor que sonha.

 

Esse vírus veio como uma tempestade inesperada para mostrar a paciência, num mundo tão frenético, rápido, tão "fast food" que vivemos, na esperança que amanhã reinará a calma e a tranquilidade.

 

Caridade. É o amor que auxilia.

 

Esse vírus veio para mostrar o valor sublime e inestimável da caridade ao próximo em escala mundial para tocar os corações humanos. E mostrou como podemos fazer a caridade em sua multiplicidade de formas.

 

Fraternidade. É o amor que se expande.

 

Esse vírus confirmou que o lema fraternidade insculpido na Revolução Francesa e Revolução Farroupilha como uma nova expansão no globo terrestre.

 

Sacrifício. É o amor que se esforça

 

Esse vírus mostrou o sacríficio de todos: pessoas comuns, empresas, personalidades famosas, empresas multinacionais, países e nações se unindo... em vez da Guerra Fria, vemos uma Guerra de união e colaboração jamais vista.

 

Renúncia. É o amor que se depura

 

Esse vírus veio bater na porta do excesso humano, pois todos de alguma forma vamos perder em algo, em alguma coisa.

 

Simpatia. É o amor que sorri

 

Esse vírus veio provar a necessidade do relacionamento humano, na importância de um singelo e apertado abraço carregado de afeto e de uma palavra fraterna entre dois olhares.

 

Trabalho. É o amor que constrói

 

Esse vírus veio para ilustrar a importância do trabalho, mas também para inaugurar novas formas de trabalho, como as novas tecnologias da informação e novas adaptações em curso.

 

Indiferença. É o amor que se esconde

 

Esse vírus foi implacável com todos: sem distinção de idade, de cor, de nacionalidade e classe social. Mas vai deixar uma certeza: Que o amor é único e universal.

 

Desespero. É o amor que se desgoverna

 

Esse vírus veio com um alerta aos corações humanos: a necessidade da valorização dos bens espirituais, principalmente da alma em detrimento dos bens materiais, em outras palavras, o supérfluo não é necessário.

 

Paixão. É o amor que se desequilibra

 

Esse vírus veio abrandar a paixão humana pelo materialismo, pois o sentido existencial da vida é maior.

 

Ciúme. É o amor que se desvaira

 

Esse vírus veio aplacar o ciúme, pois obrigou os humanos a ficarem perto uns dos outros em seus lares.

 

Orgulho. É o amor que enlouquece

 

Esse vírus veio esmagar o orgulho humano para dar lugar a cooperação mútua e a solidariedade.

 

Sensualismo. É o amor que se envenena

Esse vírus veio mostrar que a vaidade em nada acrescenta em tempos que a colaboração de todos é necessária pela coletividade, pelo bem de todos, indistintamente.

 

Finalmente, o Ódio , que julgas ser a antítese do Amor, não é senão o próprio Amor que adoeceu gravemente.

 

Este pequeno texto nos leva a conclusão que o amor é uma construção divina do Criador em sua inteligência suprema e foi necessário enviar um emissário chamado Jesus Cristo para tentar explicar aos moradores do Planeta Terra o que era esse tal de amor... uma dimensão infinita, mas às vezes tão difícil de se colocar na prática.

 

Por Felipe Rene Franceschette

Servidor da Defensoria Pública Estadual

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